PAIS QUE PREJUDICAM OS FILHOS
"Atitude mental dos pais melhora muito o desempenho escolar da criança, mesmo que ela não estude."
Muitas crianças são grandemente prejudicadas pelos próprios pais que emitem vibrações mentais danosas e que proferem palavras com vibrações de influência negativa. Muitos pais, por amarem os filhos e desejarem melhorá-los vivem apontando-lhes apenas defeitos e dirigindo-lhes palavras de recriminação. Crianças que recebem este tipo de educação acabam tornando-se complexadas e inibidas, e, mesmo que consigam melhorar seu desempenho escolar à custa de muito estudo, não conseguem desenvolver plenamente a sua capacidade. Talvez alguns pais se justifiquem, dizendo: " Vivo incitando meu filho a estudar, pois ele é preguiçoso e, se eu não lhe disser nada, não estuda de jeito nenhum". Na verdade, não adianta incitar constantemente a criança a estudar, pois assim ela não assimila bem as lições, mesmo que se esforce. Isto pode parecer ilógico, mas a explicação é simples: Pais que vivem insistindo para que o filho estude, intimamente estão convencidos de que o filho não é inteligente. Se tivessem certeza da inteligência do filho, não sentiriam a necessidade de insistir tanto para que ele estudasse. Como acreditam que o filho não é muito inteligente, dizem-lhe, insistentemente: "Você precisa estudar. Precisa esforçar-se".
Mesmo que eles não digam "Meu filho não é muito inteligente", só pelo fato de terem tal pensamento emitem uma vibração de efeito prejudicial . Enquanto os pais ou os professores abrigarem na mente a idéia de que "Esta criança não é inteligente", ela não melhora seu desempenho escolar, pois a vibração negativa de tal pensamento se transmite a ela, inibindo-lhe a capacidade inata. Ainda que a criança se sente a mesa de estudo e aparente estar concentrada nas lições, sua mente estará tolhida pelas vibrações negativas dos pais, e, por isso, não sentirá nenhum prazer em estudar. Estando num ambiente que provoca sensação de tolhimento, a vida da criança não se desenvolve em sua plenitude e, mesmo que ela estude bastante, estará fazendo isso sem alegria e sem entusiasmo. Consequentemente, não conseguirá assimilar bem as lições.
TANIGUCHI, Masaharu. A Verdade da Vida, v.30.5 ed. São Paulo: Seicho-No-Ie do Brasil, 2000
Boa leitura e boa reflexão, turma!
Abraços,
Geane.
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